Anos 40: o Brasil reúne todas as condições para ingressar no grupo de nações emergentes. Sai como um dos países vencedores da II Guerra Mundial, sem ter seu território atingido e economia abalada. Ao contrário, lança a Indústria de Base, tem saldos favoráveis no Balanço de Pagamentos e inicia uma efetiva integração física de seu mercado interno, com a construção de rodovias federais. Mas ainda importa grande parte de bens e insumos necessários ao crescimento, que marcou esse período.
1948
Aldo Pini inicia a publicação do Informador Profissional A Construção em São Paulo, semanal e regional.
1949
Fausto Pini e seus filhos mais velhos, Roberto Luiz Pini e Sérgio Pini, fundam a Editora PINI e adquirem o Informador Profissional.
Anos 50: o Brasil experimenta um impulso extraordinário de urbanização e industrialização, culminando com a construção de Brasília e a implantação da indústria automobilística, ao final da década. A inflação será um dos agentes financiadores da política de desenvolvimento implantada, ao longo dos 40 anos seguintes.
1955
A PINI lança a primeira edição do livro TCPO - Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos, com 100 composições, cujas sucessivas edições, se transformarão na mais confiável, importante e utilizada base de dados para orçamentos, planejamento e controle de obras do mercado.
1957
A Pini lança o IPCC, o Índice Pini de Custo da Construção, referência para atualização de contratos, avaliações, perícias de engenharia e reprodução de custos de construção.
Anos 60: Já são bastante conhecidos e citados os slogans, "São Paulo, a cidade que mais cresce no mundo" e "São Paulo, o maior centro industrial da América Latina". Ao final dos anos 60, são adotados o instituto da correção monetária e a indexação da economia, teremos portanto mais de uma moeda, nos 30 anos que se seguem. É criado o BNH, o mais poderoso instrumento de política urbana governamental.
1967
A PINI lança a revista mensal A Construção no Paraná, que, mais tarde, ampliaria seu mercado de atuação, denominando-se A Construção Região Sul.
1969
A PINI constrói sua sede, equipando-a com instalações próprias de indústria gráfica.
Anos 70: a principal referência é o "Milagre Brasileiro", com elevadas taxas de crescimento do PIB, financiadas pelo endividamento externo. A população brasileira torna-se eminentemente urbana, ocorrendo no período importante diversificação do parque industrial brasileiro, com a implantação da indústria de bens de capital. O Estado é o principal agente e principal cliente da economia. Há uma grande dinamização das obras públicas, nos setores da Habitação e da Infra-Estrutura de Transportes, Saneamento, Energia e Petroquímica.
1970
A PINI lança a revista mensal, A Construção no Rio de Janeiro.
1973
A PINI se desdobra com a criação da PINI Sistemas, empresa especializada na prestação de serviços, para o setor da Construção, através da Informática. A Pini Sistemas inicia suas atividades com a oferta dos Relatórios de Custos, que são a atualização mensal das composições do TCPO, atualmente com preços de materiais e mão de obra de 22 cidades brasileiras. Ainda nesse ano, a Pini lança a revista mensal, A Construção Norte Nordeste.
1976
A PINI lança a revista mensal A Construção Minas / Centro-Oeste. No mesmo ano, a PINI Sistemas inicia contrato de prestação de serviços para a CONESP, órgão da construção escolar no Estado de São Paulo, embrião da atual unidade de negócios, PINI Serviços de Engenharia.
Anos 80: o modelo brasileiro de desenvolvimento sofre um processo de esgotamento. As encomendas do Estado deixam de ter um papel relevante na economia, caindo de 70% para 30% em participação. O consumo de cimento, do início da década, só será igualado, em meados dos anos 90. Ao final desse período, o mundo assiste à queda do Muro de Berlim e o Consenso de Washington é a diretriz hegemônica de política planetária.
1984
A PINI Sistemas lança o SICC, Sistema Integrado para a Construção Civil, precursor do Volare, que é o sistema mais conhecido e utilizado pela Construção Brasileira, no âmbito do planejamento e controle de obras. O significado desse lançamento é a inserção da Pini na vanguarda tecnológica da produção de softwares, sendo, na década seguinte, a primeira empresa a desenvolver novas versões do Volare, em plataforma Windows.
1985
A PINI lança a revista bimestral AU-Arquitetura e Urbanismo, consolidando sua posição no mercado, como empresa de difusão de informação, conhecimento e de sistemas de apoio, para a Engenharia, Arquitetura e Construção. Nesse ano, a Pini intensifica o processo de edição de livros e manuais técnicos, tendo produzido, desde então, mais de 150 títulos.
1989
A Pini inaugura novo prédio, ampliando em 70% o espaço de sua sede.
Anos 90: o modelo de desenvolvimento centrado na substituição de importações, cede lugar à abertura da economia brasileira, à integração do País ao processo de globalização. Empresas estatais são privatizadas e a estabilidade econômica, a partir de meados da década, torna-se uma importante conquista. Qualidade, produtividade e competitividade são as palavras de ordem para as empresas que querem sobreviver e se destacar no novo ambiente.
1991
A PINI inicia suas atividades na difusão direta de informações e conhecimento, através da PINI Cursos.
1992
A Pini lança, em parceria com o IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas, a revista bimestral Téchne, a primeira publicação brasileira de Tecnologia da Construção.
1995
A Pini inicia suas atividades na internet, com a abertura de um site institucional, que mais tarde dará origem ao portal PINIweb. Nesse mesmo ano, inicia o seu processo de reestruturação empresarial, que tem como primeiro passo a profissionalização da diretoria.
1997
A PINI estabelece acordo com uma empresa alemã especializada no
desenvolvimento de softwares para projetos, resultando na oferta do ArCon, software para a visualização tridimensional de projetos, para o mercado brasileiro de arquitetos.
1998
A PINI estabelece acordo com a Esquemátika, empresa brasileira de
desenvolvimento de softwares de aplicação administrativa, resultando
na oferta do Strato, software para gestão de construtoras e
incorporadoras. A PINI detém desde então um novo portfolio com Arcon, Volare e Strato, oferecendo ao mercado de Engenharia, Arquitetura e Construção um conjunto de soluções integradas.
Ano 2000 e início do Século XXI: a Era da Informação e do Conhecimento, onde as relações culturais, comerciais e econômicas, em todo o planeta, estão mais próximas e aceleradas, pela internet.
2000
A PINI se desdobra novamente com a criação da PINIweb, a primeira empresa da Pini a contar com acionistas que não têm origem na família. O portal é concebido com a diretriz de articular informações, serviços, ferramentas e facilidades virtuais com os produtos reais da Pini. Ainda nesse ano, a PINI lança o TCPO 2000, tendo como principal inovação a Classificação Pini, também presente nos demais produtos da empresa. A Classificação Pini é inspirada na classificação MasterFormat, adotada pelos EUA, Canadá e outros países da Europa, possibilitando que insumos e produtos sejam estruturados segundo uma lógica de banco de dados e comparados em ambiente de comércio eletrônico.
2001
A Pini deixa de ser uma empresa familiar para ingressar em nova etapa de sua reestruturação, transformando-se em empresa de mercado. A revista Construção São Paulo, sempre semanal, até então, e as demais revistas Construção, regionais e mensais, passam por um audacioso projeto de reestruturação editorial, sendo substituídas pela revista Construção Mercado, mensal e nacional, que se constitui no maior sucesso editorial da PINI. É a revista do construtor. Ao mesmo tempo, a revista Téchne amplia seu editorial e torna-se mensal. É a revista do engenheiro civil.
2002
A partir de agosto, a PINI tem uma nova liderança empresarial, cuja proposta, dentro do processo de reestruturação, está fundamentada na apropriação da tradição e credibilidade históricas da PINI, somada à construção de um novo espaço de realizações e conquistas, definido por uma organização contemporânea, focada nos seus clientes e nas suas essencialidades empresariais. O novo organismo é mais sensível, ágil e competente para internalizar e agir, diante de mudanças de seu ambiente.
2003
A revista AU, acompanhando os processos das demais revistas,
tem sua estrutura editorial, criteriosamente modificada, também ampliando sua cobertura e freqüência. É a revista de todos os arquitetos. A PINI lança o TCPO 2003, que traz importantes inovações, como é o caso de composições de serviços, com produtividades variáveis e consumos de materiais variáveis, de acordo com pesquisas conduzidas pela POLI/ USP e com o apoio de 100 faculdades de todo o País.
A PINI moderna e mais completa conta hoje com a participação de novos acionistas. Junto com a família Pini, o IdeiasNet, a Janos - braço de investimentos dos controladores da Natura e a BLM Venture Capital trazem para a empresa ainda mais experiência e confiabilidade. |